Deu Ruim! Suruba heterogoy no DF acaba mal, após uma Juíza ter ciúmes!

04/05/2020 08:15

 

Essa história é tão surreal que só publicamos após conferir fontes. Afinal evitamos fake news aqui no site.

Para começar não foi uma suruba qualquer, como se diz no popular só tinha bacanas cariocas (que estavam com estadia esticada no DF, por causa do estado de emergência, quarentena e a diminuição drástica do número de vôos!). Só que um detalhe, os bacanas $$$ foram mais barraqueiros do que muito favelados (sem qualquer demérito aos membros de comunidades, que muitos costumam ser muito educados), e toda a confusão virou até caso de polícia.

 

Suruba: atividade sexual em grupo, com cinco ou mais pessoas. O tema, que por si só mexe com a imaginação, ganha corpo e intensidade quando envolve personalidades... Eram três vereadores do estado do Rio de Janeiro, uma Juíza e uma empresária da noite. Três machos heteroflex liberais e duas mulheres curiosas com o tema... aparentemente o que estava indo para uma orgia dos sonhos, acabou muito mal.

 

Nesta segunda-feira (4) veio a público um caso ocorrido em 28 de abril, envolvendo uma juíza do Rio de Janeiro (que não foi identificada, porque ninguém ninguém quer sofrer um processo, ainda mais em um cenário onde o judiciário é "um poder acima dos outros nesse país").  Acontece que o nosso provedor não é brasileiro e duvido que essa juíza tenha influência em um contexto de direito internacional, ASSIM CASO ALGUÉM SABIA O NOME DA DESQUALIFICADA, pode nos revelar que divulgamos numa boa. 

 

Voltando ao tema, participaram da suruba heterogoy uma juíza, uma empresária amiga dela e mais três vereadores. Tudo ia bem, um boquete ali, uma pegada acolá, pegação geral em grupo. A referida amiga, em certo momento foi para o banheiro com um dos manos, deixando a juíza com os outros dois vereadores. Foi então que, segundo ela, os dois começaram a se beijar. Os dois queriam que a juíza participasse do momento e ela disse não. Então, ambos, furiosos, se tornaram agressivos.

“Essa menina não está com nada”

Ainda de acordo com o depoimento da juíza, Júnior Rocha (DEM) desferiu um tapa em seu rosto e gritou: “Essa menina não está com nada!”.

A confusão foi grande e as agressões verbais continuaram. A gritaria só aumentava, quando o vereador Flávio Banana (PCdoB) que estava num momento a sós com a outra garota no banheiro, irritado saiu do banheiro e também bateu no rosto da juíza e a chamou de vagabunda.

Como consequência da noite, a situação só parou com a chegada da polícia no hotel e por causa da pancadaria a juíza teve hemorragia na glândula parótida e fibrose nos braços, o que causou leve perda dos movimentos de dois dedos de uma das mãos. Que barraco! 

 

Nada justifica a violência verbal por parte da juíza e nem muito menos o troco dos manos, que se sentiram ofendidos ao terem a sua masculinidade questionada.  Ora, não sejamos aqui feministas, se foi tudo acordado antes e só na hora do beijo a garota "brochou", claro que ela nem ninguém é obrigada a continuar, mas bastava sair da situação, abrir a porta e ir embora. Bater em mulher é crime, mas também agresões verbais de homofobia, também deveria ser crime (ainda nao é, mas logo será!).

 

Depois de toda essa história ruim, o que fica de reflexão?

O mundo heterogoy tem esse porém, muitas mulheres sentem tesão em ver dois homens, especialmente se agarrando na gouinage masculina (e o contrário também é verdade, muitos homens sentem muito tesão em assistir a gouinage feminina); enquanto fica no contexto homoerótico está tudo bem, mas se a coisa evoluir indo mais para um lado mais afetivo, nessa hora algumas "rainhas" desandam e saem do salto.  

 

Isso quando ocorre demonstra a fragilidade feminina (normal, nós também temos fragilidades masculinas), então homens fiquem atentos, jamais criem situações nas quais a garota fique com alguma sensação de que você "não está lhe dando atenção", mulher tende a não ter ciúmes em relação à interação homoerótica, mas o ciúme tende a aparecer caso ela se sinta excluída ou se sinta como atriz coadjuvante "sem muita importância" durante a interação do ménage masculino, ou da suruba como foi o caso. Sejam sábios e evitem esse tipo de situação e às vezes infelizmente muitos de nós homens somos desligados ou desatentos quanto a isso.